sábado, 8 de novembro de 2008
Feliz Aniversário!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Sei lá...
A minha última postagem foi em 2 de junho, tinha acabado de voltar de Belém e estava meio deprê por me ver outra vez longe de todo mundo. A saudade é um bicho ruim de lidar, as vezes dói muito, as vezes conseguimos controlar, outra vezes achamos que será difícil suportar. Mas de uma coisa tenho certeza, de alguma forma ela nos faz ficar mais fortes e as vezes chego achar que até meio insensíveis (espero que não).
Nesse tempo em que voltei de Belém, já recebi visita da minha mãe, da cabeçuda, da Tainá, da Renatinha, Jorjão, Anastácio, Jr, Marcelia e até mudei de casa (imaginem quantas despedidas, já até me acostumei). Foi tanta coisa que aconteceu que talvez eu nem tenha sentido o tempo passar.
Sexta, 10 de outubro, 4 meses depois volto outra vez pra minha verdadeira casa, pro chamego da família, pra loucura das amigas. Serão 4 dias em Belém, somente 4 dias que tenho a certeza que valerão para acalmar a saudade que veio e foi durante esses 4 meses.
Agora é contar os minutos até sexta. Não vejo a hora de sentir o calor da mangueirosa, aquele abafadooooo que nos faz enlouquecidamente implorar por um banho gelado (não agüento mais tomar banho de água quente, minha pele ta um caco). Eu quero o calorrrrrrrrrrrrrrrrrr de todas as formas possíveis, seja ele da natureza, da família ou das amigas.
Portanto... até mais ;)
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Rio
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Ê saudade...

segunda-feira, 2 de junho de 2008
De volta ao lar
A volta pra casa foi cheia de surpresas, primeiro achei estranho chegar ao aeroporto e só ver minha mãe, tudo bem que o horário não ajudava (quase meia noite). Pensei “ela deve me levar pra casa da vovó”, que nada fomos direto pra casa... e que estranho foi entrar em casa, tudo diferente, apesar de que nada tenha mudado, para mim parecia diferente. Abri a porta do meu quarto, balões e alguns cartazes, eis que escuto uns gritos “Aeeeeeeeeeeeeeeee”, nem deu tempo de ver quem era fui abraçada por quatro primas loucas. “Eu sabia que tinha alguma coisa estranha...”. Papo pra lá papo pra cá, fomos dormir quatro da madruga.Domingo cedo todas de pé, almoço na casa da vovó... adorooooooooo. Muitos abraços, carinho, mordidas e beliscões hauhauauah. Tava sentindo muita falta de tudo isso, nunca fiquei tanto tempo longe deles, agora estava de volta ao lar dos Rodrigues. Até São Pedro se fez presente com aquele nossa conhecida chuva da tarde, né, Juli?! rs.
Na segunda resolvi ir visitar a galera do meu antigo trabalho, nossaaaaaaaaaaa que legal, é muito bom percebemos o quanto as pessoas gostam da gente. Fiquei somente 6 meses lá e nunca vou esquecer toda a consideração e carinho que sempre tiveram comigo. Me senti a própria celebridade, abraços e mais abraços, palavras carinhosas... lindooooooooooo *.*
Terça foi o dia de matar as saudades das amigas, muita fofoca, encarnações, comida e risadas é claro hauahauhauha. Quarta fui pra Moca, falem o que quiser, eu gosto de lá, muitas boas lembranças e uma praia que não arde meus olhos.
E foram passando os 10 dias, mais reuniões de família, noivado e aniversário do irmão (esse dia vai ficar na memória por diversos motivos hauhauahauh) e o futebol de sabão que é garantia de muita diversão e risadas sempre. Nada melhor do que isso para marcar essa minha visitinha e o até logo as amigas e primas de forma menos dolorida, porque afinal de contas um dia eu volto e sei que sempre estarão de braços abertos esperando eu voltar.
“Vocês são meu mundo” auhauhauhauhahaahu
Ps1: Só não consegui matar as saudades de ir aos jogos do Remo... poooo, marcação comigo, porque tinham que inventar de mudar a data do jogo???
Ps2: Sim... eu já estou com saudades de todos outra vez =/sábado, 17 de maio de 2008
O início de tudo!

Eu hoje peço licença pra falar de um membro apenas deste blog. Hoje eu peço licença pra falar de um amizade, que não menospreza nenhuma outra aqui existente, mas que, com certeza, sem ela este grupo não existiria. Hoje, eu queria falar de anos atrás e de anos à frente. Sim, por que eu sei que isso vai durar ainda muito tempo.
Em 99, quando eu sai de um colégio pequeno pra cursar o Ensino Médio no Colégio Nazaré, tinha um certo receio. Colégio muito grande, muitas turmas, muita gente! Mas meu medo nem era tanto, metade de meus amigos tinha ido junto comigo nessa aventura. Porém, no primeiro dia de aula, aconteceu de eu cair em uma turma onde eu não conhecia ninguém! No mesmo momento, fui até a coordenação pedi minha transferência. Meus amigos estavam na 103 e 104. Eu queria ir pra
Depois de um tempo eu conheci uma menina. Ela estava ali desde e primeira série e sabia tudo sobre o colégio, minha curiosidade fez eu me aproximar dela, e gostar muito disso. Assim surgiu uma amizade muito legal, passamos a sentar juntas, e as minhas amigas e as amigas dela, passaram a ser nossas. Agora, a 103 era a minha nova turma, e a fileira da parede, a nossa nova área.
Começaram os bilhetinhos com conversas muitas vezes fúteis, mas que enchiam as monótonas aulas de graça (até hoje tenho uma caixa cheia deles), chegaram os recreios, com mil pacotinhos de monteiro lopes, sentadas no chão do Salão Vermelho, ou naquele velho banco da árvore do meio, à direita do pátio. Os encontros ultrapassaram os portões do colégio, e passaram a ser na minha casa, regados a muito brigadeiro, leite com nescau cheiro de bolinhas, do jeito que nós todas gostávamos, e algumas vezes com receitas incríveis de tortas que nem sempre davam certo, sem contar com a sagrada pizza da Mister Pizza toda sexta-feira, pra comemorar o fim de uma semana cansativa, ou alguma despedida, ou algum aniversário...
Passou o 1º, o 2º ano e chegamos no Convênio. Ela caiu em outra turma. É lógico, eu fiz ela mudar! Não seria a mesma coisa sem ela por perto descascando o esmalte da minha unha. E assim o ano seguiu (diga-se de passagem, sempre na fileira da parede, ela atrás e eu na frente), com uma forte apreensão por causa do vestibular, mas sem esquecer os bilhetinhos, brigadeiros, leite com bolinhas. Garças a Deus, a aprovação chegou pra nós duas, só que junto com elas, o medo de uma amizade chegar ao fim. Afinal, éramos agora calouras de faculdades diferentes.
Felizmente a amizade resistiu, e a faculdade seguiu ainda cheia de encontros sem muitos motivos, a gente não precisava disso. Quando eu decidi vir pra o Rio, conversei com ela, e que bom, ela viria também! Assim surgiu esse grupoe com ele este blog. E hoje somos inseparáveis, mesmo com ela já de volta à Belém. Mas não tenho mais medo de perdê-la pro tempo, muito menos pela distância. Ela está aqui, presente nas nossas conversas, nas nossas lembranças, nos nossos corações, com um gosto maravilhoso de brigadeiro e leite com bolinhas.
Te amo, minha eterna amiga!
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Só acontece no Rio...
- Você é aquela atriz?
- Seja lá quem for, não. Hehehehehhee
- Caramba, aquela atriz lá!
- Qual?
- Ah, vc sabe! Aquela da novela que terminou e vai repetir agora.
- Cabocla?
- Isso! Essa mesma! Não é você?
- Não, senhora, não sou.
- Nem prima, nada?
O elevador chega no meu andar.
- Nem prima. Até mais!
- Mas parece, viu?
Cara, só o Rio pra me fazer sentir bonita assim! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
As pessoas desse prédio são tão gentis! :D
quarta-feira, 30 de abril de 2008
O Rio de Janeiro também é um ovo de codorna
Todo mundo em Belém fala que a cidade é um ovo de codorna, porque pra onde vamos encontramos alguém conhecido nosso ou conhecido de algum conhecido nosso hauahuhauha. Eu só não achava que o Rio de Janeiro também tivesse seu lado ovo =P
Sendo assim, resolvi jogar na Timemania, que além de poder ganhar, eu ainda iria ajudar meu time. Então fiz o jogo e fui na lotérica que tem aqui perto, foi aí que o caixa vira e me pergunta:
-Remo, é do Pará né?
-É
-Você é de que lugar de lá?
-Sou de Belém mesmo
-Ahh, é?! Sou de Altamira
Aauhauhahahuauhauhauha. Putzzzzzzzz, 4 caixas abertos e eu fui justamente no que era um paraense atendendo kkkkkkkkkkkkkkkkk.
Rio-ovo 2: Estava entrando no prédio quando fechei o portão vi que do lado de fora um fotógrafo amigo meu encostava-se em um carro, na mesma hora pedi para o porteiro abrir outra vez o portão para que eu pudesse sair.
-Salvador...
-Não acredito, o que tu estás fazendo aqui?
-Moro aqui agora
-Quem diria, antes estávamos a mais de
-Claro... poxaaa, nem acredito que te encontrei aqui, tinha perdido teu telefone
-Deixa eu te apresentar, esse menina aqui é lá do Pará também, outra jornalista. Vem cá, vocês estão vindo tudo de lá para tirar nossos trabalhos aqui é?! hauahuahhuuahuahua
Depois de conversar então com a outra jornalista paraense maluca, descobri que, nada mais nada menos, ela tinha vindo para o Rio junto com uma amiga da Cily, que por um acaso já havia saído conosco aqui hehehehehehe. Elêlê...
Rio-ovo 3: Lapa, sexta-feira (25/04), como sempre em todas as sextas, lotada. Depois de uma básica parada no Beco do Rato, eu e Dany resolvemos explorar os outros barzinhos que a Lapa nos oferece. Foi então que paramos no Bar do Rappa (o bar não tem nome, mas como sempre está tocando O Rappa, o batizamos desta forma). Ficamos lá na frente curtindo o som da bandinha, eis que chega um menino:
-Maissa?
Eu já meio assustada, sem saber como um garoto que eu não conhecia sabia meu nome, respondi meio que pra dentro:
-Sim...
-Meu amigo te conhece da MAF (Mulheres que amam Futebol - comunidade do orkut)
-Ah tá... ufaaaaaaaaaaaaa
É então que vem surge o garoto:
-Oi, Maissa, sou o Dobrowoski da MAF.
-Mentiraaaaaa, nossa tu és muito diferente.
-Tu passaste duas vezes perto da gente, daí falei pra ele que achava que te conhecia.
-Ele ficou com vergonha de vir perguntar, então vim por ele.
-Nossaaaaa, desculpa... hauhauhahuauhauha
Como eu poderia imaginar que alguém que nunca me viu iria me reconhecer na Lapa no meio de tanta gente, afff maria... Pior que eu passaria mil vezes do lado do menino e não reconheceria, rs...
Diante disso eu me pergunto: quem será o próximo conhecido ou conterrâneo que vou encontrar??? hauahauhauuahuah
quarta-feira, 23 de abril de 2008
A gente só queria um Queijinho!!!
Engano seu! Sábado, tarde de sol, também é dia de cumprir missões...
- Bora pro shopping pq eu tenho que comprar presentes!
Roda, roda, roda... Naaaada!
- Vamo pra outra shopping???
Eis que no meio do caminho: - Ta uma tarde linda, heim? Bora pro Arpoador ver o por-do-sol?
- Éééééééégua (tem que ter hauhauhua)... tava pensando nisso...
Voolta... segue pro Arpoador!
Chegando lá... cadê o sol? Já se foi a muito tempo!!!
- Bora procurar um quiosque e a gente senta, toma uma água de coco e fica conversando!!!
Passa um, passa dois, passa DEZ...
-Égua (de novo!)... Esses quiosques num tem vaga não heim?
- Quero comer milho...
- Quero comer queijinho...
- Ali tem uma mesa...
- Ali tem milho...
- Moço tem água de coco?
- Não...
- Então traz uma coca-cola mesmo!
- Vou comprar milho...
- To sentindo cheiro de queijinho... Quero queijinho...
...
- Ta escurecendo e nada do queijinho...
- Ali... lá vai o cara de azul com o queijinho....
- Moooooooooço... moooooooooço...
- Ele sentou...
- Será que ainda tem queijinho?
- Vai lá!
- Preguiçaaaa!
- Ei menina... toma aqui... vai lá com aquele moço do queijinho e diz pra ele vir aqui. Na volta a gente te da mais moedas.
...
- Ah não...
- Essa hora dificil mesmo ter queijinho...
A menina estende a mão...
- A gente não comeu queijinho e ainda perdemos nossas moedinhas...
Bora pra casa...
- Eu queria queijinho!
terça-feira, 22 de abril de 2008
Aventura e descoberta
sábado, 12 de abril de 2008
Primeiro post... a primeira grande descoberta...
Tudo começou com a minha amada PORTELA. Há dois anos um certo jovem vem vencendo a disputa do samba. Surgiu então a curiosidade de saber quem era esse rapaz que conseguiu derrotar o samba do nosso amado e respeitado Monarco. Partindo disso, entrei no site da PORTELA e fui procurar notícias relacionadas a ele, foi então que vi uma foto. “Nossaaaaaaaaa, como é bonito”, foi o primeiro comentário inevitável.
Filho de João Nogueira, um dos grandes sambista que este país já teve, Diogo Nogueira faz um sucesso no Rio que eu nem imaginava quando ainda estava em Belém. Sendo assim, eu precisava conferir de perto, né?! Eis que minha grande (em consideração, é claro ahuahau) amiga Cily, com toda a sua boa vontade de sambista aceitou ir a um show dele comigo na primeira semana na Cidade Maravilhosa. Pudemos ver que além de ser realmente muitooooooooooooooooo bonito, a voz dele é uma coisa, que minha Nossa Senhora, arrepia. As canções uma mistura de suas composições, com outras já conhecidas pelos adoradores de samba, faz valer a pena ir pra quantos shows forem possíveis. Aprovado por nós, chegou a hora de compartilhar a “descoberta” com outras pessoas.
Sexta-feira, 4 de abril, meu aniversário de 22 aninhos (cara de 15 hehehehe), depois de um básico comes e bebes em casa(onde tivemos a presença da Nanda tb), fomos apresentar o Diogo à nossa amiga Dani. Como era de se imaginar, ela foi mais uma a sair encantada do show dele hauhauhauha.
Seja por sua beleza ou principalmente pelo seu talento, ele merece todo o sucesso que está construindo. Para comemorar então essa nossa "descoberta" e homenagear essas minhas amiguinhas companheiras de shows, quis no meu primeiro post colocar a música do Diogo Nogueira que mais lembra essas duas maluquinhas que curtiram na chuva o dia 4 comigo =P
Ps: vale lembrar que o vídeo não foi feito por mim, mas tinha que colocar esse (foi o único que encontrei desta música) independente do braço que balança toda hora na frente da câmera hauhauahuahah.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Pra começar...
